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Conhece a PiParóquia?!?!

Os gaúchos da Serra são fervorosos eno-católicos!!!!

Sim, basta rodar um pouquinho pela área urbana de Bento Gonçalves para você encontrar este que é o mais bem alinhado esforço de posicionamento de mercado da Igreja Católica!

Em Bento, todos os fiéis vão à Piparóquia! E saem de lá falando com Deus!!!!

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Viagem “genérica” à Toscana!

Foi somente depois desta mais recente viagem ao Vale dos Vinhedos, distrito de Bento Gonçalves na Serra Gaúcha, que eu entendi a diferença entre um produto genérico e um similar.

Embora seja cópia do mesmo “princípio ativo”, o similar não necessariamente produz o mesmo resultado no organismo comparado ao original.

Do outro lado, o genérico, antes de qualquer coisa, deve produzir o mesmo efeito do original.

Antes que alguém ache que estou tomando muitos remédios, eu explico:

O apelo italiano do Vale dos Vinhedos é mesmo autêntico: a cultura, o sotaque do povo, a arquitetura, a hospitalidade, a gastronomia, os vinhedos, tudo já era daquele jeito bem antes de o lugar se transformar num destino turístico. Mas faltava alguma coisa para completar a “experiência” e a gente não sabia o que era.

Essa não era a nossa primeira viagem ao Vale, porém, foi a primeira vez que tivemos a real sensação de que estávamos mesmo na Itália, mais precisamente na Toscana!

Casa de um vizinho da pousada.

Sabe o que fez a diferença desta vez? A hospedagem! Era isso, a gente nunca achou a hospedagem do Vale grande coisas. Não estou falando de luxo, não, estou falando de um lugar que combinasse com a paisagem do lugar…

A Pousada Borghetto Sant Anna!

Eu normalmente não curto essas construções “tipo-europeu” que a gente costuma ver Brasil afora. Acho Campos de Jordão, por exemplo, o fino do brega. A Suíça brasileira não passa de uma cópia falsificada de quinta categoria.

Para mim, as referências mais evidentes de Campos do Jordão são chinesas!

O Rubens se inspirou no… Vale dos Vinhedos. Sim, ele construiu casas novas de pedra que combinam exatamente com a história e as tradições do lugar. Eu não teria gostado tanto se encontrasse aquelas casinhas em qualquer outro lugar.

Ele poderia ter sido pretensioso ao ponto de batizar suas casinhas de “vilas”, mas ao contrário, ele apenas colocou no interior algumas referências às tradições toscanas e mesmo francesas, o que não descaracterizou a pousada em nada.


Pato Juca preparado para o banho da pequena Clara! Banho de bebê com vista!

As casas são tão bacanas que se sente falta de nada. Não há nenhuma área comum, nem mesmo uma piscina, o que reforça a sensação de que você está na sua própria casa no Vale dos Vinhedos. Melhor, uma casa onde você não precisa se preocupar com reparos, manutenção, arrumar a cama, etc. Delícia!

Todas as manhãs, assim que você dá o sinal, abrindo a janela da sala da sua casa, o Rubens chega com seu fiel escudeiro Galileo, um labrador gigante, para servir o café da manhã.

Com tudo isso, o resultado ou efeito no organismo do paciente, ops, viajante é mesmo aquele que se sente ao se hospedar num recanto do campo no interior da Itália!

Vinícola Valontano

La garanzia è me!

Na hora de pagar a conta, esqueça os Euros. Dá para fazer um pagamento com similar nacional! Pagando em Reais, você fica ainda muito melhor!

Serra Gaúcha: onde os bebês pulam Carnaval!

Canyon Itaimbezinho – Parque Nacional Aparados da Serra

Eu não sei o que vou fazer no próximo fim de semana, mas sei que nosso Carnaval do ano que vem será na Serra Gaúcha mais uma vez. Nem foram tantas viagens assim, mas já foi o suficiente para perder a conta.

No caso da família GiraMundo, ir para a Serra Gaúcha no Carnaval já está no automático. Se não surge um gancho forte para nos levar a outras paragens, surtimos daquilo que batizei como “convergência perfeita de desculpas” que nos faz desembarcar no RS todo ano na época do Carnaval. Simplesmente não dá para não ir.

Dá uma olhada:

  • Temos amigos na região que adoramos visitar. O padrinho da Clara, meu grande amigo Marcelo, é gaúcho de Bento Gonçalves e tem a família toda lá. O churrasco à gaúcha e o papo em família estão sempre garantidos.
  • Pode não parecer, mas a variedade de programas e paisagens é bem grande e nada é longe demais. Afora Gramado e Canela que são mais famosas, o Vale dos Vinhedos e a região dos Campos de Cima, lá para os lados dos canyons do Itaimbezinho e Fortaleza formam o tipo de paisagem que mais nos impressiona. São tantas as opções que todo ano tem um lugar ou algo novo para descobrir.
  • Pinto Bandeira
    Distrito de Pinto Bandeira em Bento Gonçalves

  • O bolso também explica. Como não somos adeptos de brincar o Carnaval literalmente como manda o figurino, eu não consigo convencer o escorpião que toma conta do meu bolso a pagar tarifa cheia mais 100% para viajar para outros destinos mais badalados nessa época. Acredite, não é tão difícil achar bilhetes com bons preços para o RS no Carnaval. Você já procurou saber quanto custa uma passagem para Porto Alegre no Carnaval? E para Caxias do Sul?
  • Os preços de hospedagem, refeições e mesmo o aluguel do carro são bem razoáveis nessa época do ano. No Carnaval, o fluxo de turistas na Serra é da própria região mesmo. Quase ninguém vem de fora.
  • Minha mulher adora vinhos e todos os seus assuntos derivados. Eu sou um ótimo acompanhante no assunto. Fevereiro é época de colheita e as parreiras estão carregadas de uva. A paisagem fica linda, as vinícolas estão a todo vapor, o que faz do Carnaval uma época ótima para visitas.

    Parreiras da vinícola Valontano no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves

  • O tempo é sempre muito bom na região Sul durante o Carnaval. No Sudeste, já não dá pra garantir, eu nem arrisco mais. Lá na Serra (note a intimidade), no verão, costuma ser bem quente durante o dia, mas à noite sempre dá uma esfriada gostosa para dormir. Delícia!
  • É a maneira mais fácil de sair do Brasil no Carnaval, eu não conheço outro lugar onde a segunda feira de Carnaval ainda não foi emendada como feriado. Em Bento Gonçalves e região, o comércio abre normalmente, o feriado acontece apenas na terça e seu caráter é mesmo religioso 🙂 .

  • Pousada Don Giovanni na vinícola do mesmo nome em Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves.

    O engraçado é que a gente não havia se dado conta de que a Clara adoraria pular o Carnaval na Serra Gaúcha. A tranqüilidade dos passeios, a natureza, o ritmo, tudo é perfeito para uma viagem com bebês, ela adorou, mas já avisou…

    “Eu só vou com vocês até chegar à adolescência”

    Praia Jabaquara, Seychelles

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    Eu descobri as Seychelles há uns 10 anos na capa de uma revista Terra, linda!

    Bem grande, na capa, havia uma foto de pedras gigantes de granito juntinho da praia com uma vegetação exuberante por trás. Bastou aquela foto para que o arquipélago das pedras de granito passasse a fazer parte do meu imaginário turístico.

    A Tati é louca para conhecer Seychelles. Eu também, lógico. Infelizmente, essa é uma viagem que ainda não aconteceu mas, sem querer, a gente descobriu que esse paraíso estava mais perto de casa do que a gente pensava…

    E não, não foi a Emirates que nos mostrou isso 🙂 .

    (O esforço de marketing dessa companhia que opera vôos diretos entre SP e Dubai é tão forte no meio turístico que qualquer um agora já sabe: chegar às Seychelles com a Emirates é mais rápido que chegar ao Freeport de Ilhabela no Reveillon!).

    Foi no final de agosto quando a Tati tomou a sábia decisão de passar uma semana com a Clara e os avós em Ilhabela, para “celebrar” o final da licença maternidade em grande estilo, que a gente descobriu a praia Jabaquara, na costa norte da ilha.

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    Que praia! Alguém diz por essa foto que era inverno? Nós estávamos hospedados na ótima praia do Viana e o tempo estava limpo, mas com vento tão forte que não dava pra pensar em entrar no mar. É que na face da ilha que está virada para o continente o vento fica canalizado, perfeito para os amantes dos esportes de vela, mas não para nós que queríamos apenas tomar um banho de mar sem frio.

    Como o papai aqui só desceu a serra nos finais de semana de folga do trabalho, deixamos os avós (que passaram a semana toda lá com elas) disputando a Clara na pousada e saímos meio que sem destino de carro. Não vestimos roupa de banho, nada, o objetivo era apenas apreciar a paisagem, parecia até um pouco frio para entrar no mar.

    Ao “sobrevoar” a praia Jabaquara ou Seychelles-paulista, sentimos na pele que o clima ali era de verão: não havia vento, nem nuvens, o tempo estava lindo e, na primeira caminhada, vimos os granitos no canto direito da praia.

    Imediatamente, a Tati lembrou das fotos de Seychelles. Ela tinha toda razão!

    Que vontade de nadar!!!

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    Putz, mas sem roupa de banho? Vamos voltar para o meio da praia e tomar uma caipirinha.

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    Bastou meia caipirinha e a constatação de que a praia estava deserta para voltarmos para o canto seycheliano da praia, esconder quase todas as peças de roupa entre os granitos e tchibum!!!!

    Que delícia foi mergulhar em Seychelles!

    Rio de Janeiro com Arnaldo Interata: o super herói das criancinhas!

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    Foto de Arnaldo Interata

    Uma hora após ter chegado ao Rio de Janeiro, o telefone toca, eu olho no identificador de chamadas e vejo que é um número da própria cidade.

    – Alô, oi, eu sou o Arnaldo do Rio de Janeiro, tudo bem? Do blog Fatos e Fotos de Viagens.

    – Oi Arnaldo, tudo bom? Aqui é o Jorge Bernardes do Rio de Janeiro também.

    Sim, depois de uma hora na Cidade Maravilhosa, eu já havia incorporado uma segunda identidade, quase carioca.

    – Olha só, eu sei que vocês acabaram de chegar e não quero incomodar, eu só liguei mesmo para você ter o meu telefone marcado no seu celular, assim você pode usar em caso de qualquer necessidade, ok? Depois, a gente marca um encontro para nos conhecermos pessoalmente.

    Fala a verdade, alguém conhece algo mais gentil do que isso? Nós achamos demais.

    O gesto do Arnaldo e da Alice me deu uma idéia. Que tal se a Embratur lançasse uma campanha pra que os brasileiros adotassem um turista na sua cidade. Poderiam montar uma rede online de voluntários que adotariam e ajudariam o turista com a hospitalidade peculiar dos brasileiros. E contato pessoal só seria feito se houvesse interesse de ambos.

    Bom, mas não parou aí não, eles foram além e mais do que uma eventual ajuda, o Arnaldo e a Alice nos ofereceram um city tour.

    O Jardim Botânico era a sugestão do Arnaldo e que com certeza teria sido um passeio mais apropriado com a Clara do que a minha escolha: o Forte de Copacabana, mas aquele era um lugar que eu andava louco pra ver de perto desde que visitei virtualmente no blog do Arnaldo. Só quem navega nos Fatos e Fotos de Viagem sabe como ficam os lugares capturados pela câmera dele. Eu estava muito curioso pra ver ao vivo.

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    E esta foto é minha mesma… mas aprendendo com quem sabe.

    Vou deixar todo o enredo histórico do Forte para ser lido diretamente na compilação de dados que o Arnaldo fez lá no post dele, pois, a verdade é que, não foi nem a história do Forte (que nunca foi usado) e nem a vista de Copacabana o que me chamou mais atenção no passeio.

    O que é mais interessante é que existe ali na esquina das duas praias mais famosas do mundo, um segredinho. Uma pequena praia secreta que mesmo poucos cariocas conhecem. Entre Ipanema e Copacabana, escondida pelo Forte, há uma prainha exclusiva. Uma belezinha. (Veja no canto esquerdo da foto abaixo)

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    Foto de Leo Wery extraída do FlickR

    Bom, o papo rolou solto por um bom tempo. Entre uma coisa e outra, a Tati levou a Clara pra trocar uma fralda debaixo de uma árvore ali de perto, a gente deu o almoço para ela ali, ela dormiu, acordou e continuávamos batendo papo e apreciando a paisagem.

    Foi assim até que a gente viu que o “prazo de validade” da Clara estava quase vencendo, até porque estava começando a ficar quente demais. Ela havia sido muito legal conosco, a gente estava abusando porque o Forte é bem perto do hotel em que estávamos hospedados, mas a horinha dela tava marcada. Como um bebê de livro.

    Hora de voltar pra casa. A gente precisava dar um descanso pra Clara, dar um banho e deixá-la dormir com calma e temperatura mais amena.

    “Vam’bora pro carro!”, disse o Arnaldo.

    Mas não deu tempo de chegar ao hotel.

    No caminho, a Clara ficou com fome de verdade e estava cansadinha. Abriu o maior berreiro no carro. Eu e a Tati ficamos sem saber o que fazer porque, na realidade, a gente sabia que só havia uma solução: mamadeira. A pequena estava com fome e ela, assim como o pai, não agüenta esperar, não!

    Pra ajudar o trânsito ali por Ipanema parou!

    Foi quando o nosso guia salvou a Clara. O Arnaldo, em meio ao trânsito parado de Ipanema, largou o volante para buscar a mala da Clara no porta-malas! Ele nem avisou o que iria fazer. Foi e fez. Quando a gente viu, ele já estava voltando com os mantimentos. Fizemos a mamadeira ali no banco de trás e quando chegamos ao hotel, ela já estava mais calma, sem fome e apenas com sono. Pronta para um banho e berço!

    E mais uma vez, final feliz! Graças ao super herói das criancinhas! Valeu Arnaldo!

    Rio de Janeiro: de Cadillac em Ipanema

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    O carrinho de “viagem com bebês” da Clara ganhou um nome! Cadillac!

    A madrinha da caranga é a “Filigrana” Majô, que imediatamente lascou o nome quando viu o carrinho de bebê da Clara estacionado no piso inferior da Livraria da Travessa em Ipanema.

    A Humanidade ainda não se acostumou ao contato virtual. Nós e a Majô achávamos que não nos conhecíamos só porque nunca havíamos nos encontrado pessoalmente. A verdade é que já faz um bom tempo que a gente visita a sala de bate papo onde o mundo em português discute planos de viagens: o VNV do Ricardo Freire.

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    Cadillac com teto solar fechado!

    Foi entre um café, uma água com gás e uma sopinha de legumes – que a Clara traçou ali no nosso colo – que a gente concluiu o óbvio: nós e a Majô já nos conhecíamos, de longa data.

    A gente tem certeza de que a Clara achou a mesmíssima coisa. Depois de blábláblá pra cá e pra lá, ela pegou no sono no colo da Majô. Um feito inédito, pois a Clara raramente dorme no colo de quem quer que seja.

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    Mas vamos começar pelo começo? Por que é que alguém vai ao Rio e segue direto pra uma livraria?

    Se eu conseguisse ler tanto quanto visito livrarias, tanto quanto folheio livros, eu já estaria “lido” pro resto da vida… Afora a disposição ao gosto carioca dos livros nas estantes, a questão é que em todo lugar, a gente adora ver se os livros de lá gorjeiam como os de cá 🙂

    Não, nem eu, nem a Tati e muito menos a Clara planejávamos comprar livros, embora, no final, a gente tenha comprado alguma coisa. Parar na Livraria da Travessa simplesmente faz parte do “programa maior” que é caminhar por Ipanema.

    Outras escalas poderiam ser as esquinas de sucos naturais, as especialíssimas lojas de roupa de praia, ou mesmo os bares geladíssimos. Opção é o que não falta.

    Nosso passeio de Cadillac havia começado no Bazaar (Rua Barão da Torre, 538), um restaurante bem bacana quase na Lagoa. Foi uma escolha rápida (estávamos morrendo de fome) e certeira. O serviço é notável, o ambiente impecável, os ingredientes são especiais. Com tudo isso de bom a verdade é que a gente esperava um pouquinho mais de “tempero especial” dos pratos, mas, de novo, os pratos eram apenas parte do “programa maior”, entende?

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    Ipanema mais ao longe e um pedacinho do Leblon

    Os prédios anos 50- 70 – disputados ao preço do metro quadrado mais caro do Brasil – não têm recuo, você lembra disso quando um pingo de água saído dos onipresentes aparelhos de ar condicionado cai na sua cabeça. Por sua vez, as calçadas são recheadas de árvores. Os porteiros ficam nas calçadas. É como se você entrasse um pouquinho na casa de cada um. Nem parece um bairro tão exclusivo.

    Outra delícia é observar as pessoas vestidas como quem vai à praia ou a um casamento, todos na mesma calçada, ou seria no mesmo calçadão? Melhor ainda, na mesma avenida!

    Sim, porque o ponto alto do passeio está na avenida, na praia. Que cidade tem uma paisagem assim ali, do lado de onde as pessoas vivem, trabalham, estudam? Eu não consigo me conformar, é simples assim, você dobra uma esquina e… Olha o cartão postal!

    Em feriados e domingos, uma das faixas da Vieira Souto (Ipanema) e Delfim Moreira (Leblon) são fechadas… Está ali o circuito perfeito pra pilotar Cadillacs com bebês. A Clara adorou.

    E se você tiver a companhia de uma carioca “sangue bom”, como a Majô, que vai te contando histórias, chama a atenção para os detalhes… Mais do que apreciar a vista, você ganha um upgrade e passa a compor a paisagem carioca de cartão postal.

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    Afinal, naquele final de tarde, a gente era apenas um grupo de amigos de longa data passeando com uma bebê no final de tarde. Tem programa de viagem melhor?

    Só no Rio de Janeiro tem vôo panorâmico grátis!

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    Vôo panorâmico grátis! Confira essa mega-promoção permanente nos sites da Gol e da TAM.

    (Promoção válida para bilhetes comprados de e para o Rio de Janeiro, aeroporto Santos Dumont).

    Não dá pra competir. Não existe outra cidade que te receba assim como o Rio de Janeiro. Ao menos não num Boeing ou num Airbus!

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    Só uma cidade segura de si e do seu merecido título “Maravilhosa” se mostra assim para seus visitantes, antes mesmo que eles possam “tocá-la”.

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    Clara ansiosíssima para conhecer o Rio!

    Como fotógrafo, eu não passo de um turista com boa vontade. Minha câmera é automática e o tempo nem estava grandes coisas (havia acabado de chover no Rio quando chegamos) e, ainda assim, essa primeira foto da janela do avião me lembra muito aquele cartão postal tradicional que a gente vê mundo afora quando encontra uma imagem do Brasil.

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    Se você for ver bem, o Galeão nem é tão longe assim. Para quem vai à Zona Sul (por exemplo), através da Linha Vermelha e com o Túnel Rebouças aberto, dá QUASE para pensar que você faz um bom negócio ao economizar uns tostões no bilhete para chegar ao Rio via Ilha do Governador.

    Mas a verdade é que você perde o vôo panorâmico grátis! Pronto, o que era mais barato, acabou de ficar caro.

    O vôo de helicóptero que parte da Urca é inacreditável. Especialmente o giro em torno do Cristo Redentor, é lindo demais. Recomendadíssimo! Mas em 8 minutos custa quase o bilhete da ponte aérea! Chegando ao Rio pelo Santos Dumont, você ganha uma barrinha e um vôo panorâmico!

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    Arcos da Lapa

    E quem diria, a julgar pelo quadro de informações de vôos do aeroporto, descer no Santos Dumont é um privilégio quase exclusivo para paulistas. Mais de 95% de todos os vôos que chegam e partem do Santos Dumont tem como origem e destino São Paulo.

    Ô gente! O negócio é aproveitar porque pensando bem, a ponte aérea tá é barata!